BlefaroplastiaMentoplastiaOtoplastiaRinoplastiaRitidoplastia

A correção cirúrgica dos excessos de pele e gordura das pálpebras se constitui numa das primeiras ações concretas a serem empregadas na busca pelo rejuvenescimento facial. Alguns fatores como a idade, textura da pele, tendência genética, distúrbios da acuidade visual e problemas emocionais, poderão deixar como conseqüência uma aparência envelhecida ficando a pessoa com um aspecto de constante “cansaço”. Esta condição pode estar exacerbada em algumas situações do cotidiano, pelo excesso cutâneo das pálpebras e pelos abaulamentos que representam as bolsas gordurosas superiores e inferiores.

Outras vezes o problema das pálpebras pode ocorrer devido a fatores ou distúrbios clínicos, que não justificam um tratamento cirúrgico, como no caso de olheiras e edemas. Uma avaliação criteriosa se faz necessária para que você possa conhecer a sua condição em particular, e quais os possíveis riscos e benefícios você teria com o procedimento.

A cirurgia plástica das pálpebras corrige apenas os excessos de pele e gordura, amenizando ainda a flacidez muscular do território palpebral. Pode em muitos casos, melhorar também o aspecto funcional, além do estético. Como em todo procedimento cirúrgico, existem riscos e limitações que deverão ser amplamente discutidos previamente na consulta, para que você possa ter uma visão consciente realista dos possíveis resultados.
Abordaremos alguns fatores importantes a serem discutidos na consulta:

1. Idade ideal

Não existe uma idade ideal, mas sim, a oportunidade ideal. Essa oportunidade é determinada pela presença do defeito a ser corrigido e geralmente ocorre após a terceira década.

2. Cicatrizes

A pele das pálpebras tem uma espessura muito fina, portanto as cicatrizes tendem a ficar praticamente disfarçadas no sulco superior e sob os cílios inferiormente. Para tanto, deve ser aguardado o período de maturação da cicatriz embora possam ser disfarçadas com uma maquiagem leve, desde os primeiros dias.

3. Tempo cirúrgico e tipo de anestesia

Todo o procedimento leva em torno de 90 minutos e na maioria dos casos é realizado sob anestesia local, com uma sedação prévia realizada pelo anestesiologista. A anestesia geral fica reservada para casos selecionados onde se realiza algum tipo de associação com outras cirurgias.

4. Período pós-operatório

Os pacientes raramente se queixam de dor neste procedimento, embora não possamos garantir tal evolução, uma vez que o limiar de dor pode variar significativamente de uma pessoa para a outra. Caso exista algum desconforto, as medicações convencionais são suficientes para resolver o problema, sempre com o devido conhecimento e prescrição do médico.
O inchaço costuma ser intenso nos primeiros 2 a 3 dias, quando o repouso é fundamental com a colocação de compressas frias sobre a área operada. Manchas vermelhas ou arroxeadas podem se instalar ao redor dos olhos persistindo por uma a duas semanas. No terceiro dia, retiramos os pontos e a melhora do edema costuma acontecer até a segunda semana, após a qual haverá ainda um inchaço residual e discreto que poderá persistir por dois a três meses, sem impedir que o paciente tenha as suas atividades sociais cotidianas. Os esforços físicos devem ser evitados neste período inicial, bem como a exposição ao sol.

5. Tempo de internação e tipo de curativo

A alta costuma se dar no mesmo dia, ao final da tarde e os curativos são feitos apenas com a colocação constante de compressas de gaze umidificadas em soro fisiológico gelado. O próprio paciente poderá retirar as compressas com as mãos, quando desejar abrir os olhos. Nas primeiras 48 horas, orientamos que as compressas sejam intermitentes. Leitura ou outras atividades que exijam concentração visual são desencorajadas até as primeiras 72 horas.

6. Resultado definitivo

Normalmente após o 3o. mês, pois já não mais haverá inchaço residual. Entretanto, logo após o 8º dia já teremos aproximadamente 25% do resultado almejado, sendo que nas 2 ou 3 semanas subseqüentes esse percentual tende a melhorar acentuadamente.

7. Observações

Se você está ciente do que deseja e o cirurgião puder lhe propiciar aquilo que você pediu, sem dúvida sua cirurgia será bem sucedida. As fotografias de pré e pós operatório poderão comprovar a grande melhoria da expressão do olhar. Entretanto, é importante levar em consideração o fato de que a cirurgia das pálpebras não proporciona rejuvenescimento geral à face, quando executada isoladamente. Muitas pacientes esperam este resultado (rejuvenescimento) apenas com a blefaroplastia. O cirurgião plástico apenas melhorará esse território prejudicado pelos defeitos estéticos aí pré-existentes. O rejuvenescimento da face implica em outras condutas associadas à blefaroplastia, como o levantamento das sobrancelhas e outras estruturas da face(Lifting) com evidente flacidez e queda pela ação do tempo. Os “pés de galinha”, não podem ser completamente solucionados com a cirurgia e demandam outras técnicas como, por exemplo, a aplicação de Botox.
Algumas recomendações para a BLEFAROPLASTIA

Recomendações

A) Pré-operatório

1) Comunicar qualquer anormalidade que possa lhe ocorrer, quanto ao seu estado geral até a véspera da internação.
2) Não tomar ASPIRINA ou AAS por no mínimo 15 dias antes da cirurgia.
3) Evitar café, frituras, bebidas alcoólicas e refeições muito lautas 3 dias antes da cirurgia.
4) Evitar cigarro por no mínimo 15 dias antes da cirurgia.
5) Tomar VITAMINA C 1g. ao dia, 10 dias antes até 15 dias após a cirurgia.
6) Tomar ARNICA CH6, 2 glóbulos 5 vezes ao dia, 15 dias antes até 15 dias após a cirurgia.

B) No dia da cirurgia

1) Comparecer à clinica no horário previsto na sua guia de internação, em jejum absoluto de 8 horas.
2) Não usar maquiagem, jóias e roupas íntimas de tecido sintético no dia da internação.
3) Lavar bem o rosto com sabonete neutro (glicerina).
4) Venha acompanhado (a) para a internação e saiba que não poderá retornar para sua casa dirigindo.
5) Traga óculos escuros.

C) Pós-operatório

1) Compressas com soro fisiológico gelado sobre os olhos deverão ser úteis para diminuir o tempo de edema e proporcionar certo conforto pós-operatório.
2) Alimentação leve no dia da cirurgia e livre a partir do dia seguinte. Carnes, leite e ovos ( proteínas ) são recomendados, assim como vitaminas, em forma de frutas.
3) Usar óculos escuros quando se expuser à luz natural e ao vento.
4) Evitar sol, vento e friagem nos primeiros 30 dias, bem como leitura.
5) Obedecer à prescrição médica.
6) Voltar ao consultório para curativo e revisão nos dias estipulados.
7) Evitar traumatizar ou mesmo “coçar” os olhos.
8) Dependendo de sua evolução pós-operatória, você poderá voltar às suas atividades normais, após alguns dias.
9) Comunicar-se conosco em caso de dúvida ou necessidade, não tomando atitudes ou seguindo conselhos de leigos, que possam prejudicar o bom resultado da cirurgia.
10) Você poderá voltar às suas atividades normais, após 7 dias.

Os procedimentos estéticos envolvendo a região do queixo podem ter como finalidade diminuir, aumentar ou ainda promover a simetria do contorno mentoniano. Não vamos discutir aqui, as indicações de cirurgias ortognáticas, ou seja, aquelas que alteram a relação de contato entre os dentes superiores e inferiores, mas apenas os procedimentos estéticos de perfiloplastia do mento, que não interferem com a oclusão dentária.

A cirurgia mais comum nesses casos é a mentoplastia de aumento, ou seja, o procedimento que visa corrigir o queixo pequeno e pouco projetado. Esta condição leva a um aspecto desarmônico do contorno facial, evidenciando uma face protusa onde a região nasal fica bastante pronunciada pela falta do contorno normal do terço inferior da face. Muitas vezes, tem-se a impressão de que o nariz é grande, quando na verdade, o queixo é que está pequeno para aquela face. As duas técnicas mais comumente utilizadas para a correção do hipomentonismo (queixo pequeno) são a colocação de implantes e as chamadas osteotomias, que são fraturas planejadas na região mentoniana, com avançamento ósseo para a correção da deformidade. As osteotomias podem também ser empregadas para corrigir assimetrias e para diminuir queixos muito projetados.

Uma completa avaliação pré-operatória se faz necessária para que você possa melhor compreender a sua condição em particular e traçar as metas juntamente com seu cirurgião, discutindo claramente os possíveis riscos e benefícios que você teria com cada um dos procedimentos, inclusive com a associação de alguma outra correção facial, como no caso, da região nasal.
Procuraremos discutir aqui, o procedimento mais comum nessas situações que é a colocação de um implante no queixo para aumentar a sua projeção e harmonizar a face dos indivíduos com hipomentonismo.
Abordaremos alguns fatores importantes a serem discutidos na consulta.

1. Idade ideal

A idade mínima para se submeter a uma cirurgia plástica de mento é 15 anos, uma vez que a essa altura da vida, o esqueleto facial já se encontra devidamente desenvolvido, permitindo resultados significativos e permanentes.

Não existe idade máxima, desde que haja condições clínicas favoráveis ao ato anestésico-cirúrgico. Cada paciente poderá identificar o seu momento ideal para submeter-se a essa cirurgia, desde que bem informado sobre todas as suas peculiaridades.

2. Cicatrizes

As cicatrizes não são visíveis uma vez que as posicionamos no interior da mucosa gengival inferior. Os pontos são absorvíveis e portanto não precisam ser retirados.

3. Tempo cirúrgico e anestesia

Todo o procedimento leva em torno de 30 a 60 minutos e na maioria dos casos é realizado sob anestesia local, com uma sedação prévia realizada pelo anestesiologista. A anestesia geral fica reservada para casos selecionados onde se realiza algum tipo de associação com outras cirurgias.

4. Período pós-operatório

O inchaço local costuma ser acentuado nos primeiros 3 a 7 dias e os pacientes se queixam de uma leve dor local, geralmente solucionado com analgésicos comuns, sempre com o devido conhecimento e prescrição do médico.
Após este período a melhora do edema costuma acontecer até o primeiro mês, após o qual haverá ainda um inchaço residual e discreto que poderá persistir por alguns meses, sem impedir que o(a) paciente exerça as suas atividades sociais cotidianas. Os esforços físicos devem ser evitados neste período inicial, bem como a exposição ao sol.

5. Tempo de internação e curativo

A alta costuma se dar no mesmo dia, ao final da tarde. Durante os primeiros 3 dias, haverá um curativo externo com micropore a fim de promover uma discreta compressão do local operado. Após este período não existe qualquer curativo externo ou interno.

6. Material utilizado e as possíveis complicações

Recentes trabalhos científicos têm demonstrado que o Medpor – Porex apresenta uma melhor qualidade na biointegração com o organismo, razão pela qual indicamos sua utilização como uma opção viável. Este material proporciona um fenômeno chamado de osteocondutividade, em última análise, o crescimento do tecido ósseo através dos seus poros, característica esta que diminui consideravelmente complicações como a reabsorção óssea, observada com o silicone de mento. Como todo material aloplástico, o Porex é reconhecido como um corpo estranho pelo organismo e embora com menor freqüência, não está livre de outras intercorrências como infecção, mobilidade ou mesmo a extrusão do implante (conhecida como rejeição). Cuidados especiais no intra e pós-operatório deverão prevenir as complicações e intercorrências inerentes aos implantes, entretanto você deverá discutir e conhecer melhor essas possibilidades, durante a consulta.

7. Resultado definitivo

A biointegração do implante leva alguns meses, período no qual o inchaço deverá também regredir, evidenciando melhor o resultado. Normalmente após 6 meses, já não existe edema residual e o contorno facial torna-se definitivo, desde que não ocorram situações de exceção(complicações traumáticas ou infecciosas) que exijam a retirada do implante.

8. Observações

A mentoplastia pode proporcionar um grande equilíbrio no contorno facial trazendo graciosidade e leveza ao semblante. Lembre-se no que lhe foi dito anteriormente: cada caso é analisado individualmente na 1ª consulta, ocasião em que lhe são esclarecidos esses e outros detalhes sobre riscos e benefícios. Alguns dos principais pontos a serem elucidados é justamente se a indicação inclui ou não a abordagem da oclusão dentária, do nariz e outras estruturas faciais, além de uma completa compreensão do que significa a inclusão de um implante para o organismo. Após toda essa conversa, se você optar pela cirurgia, certamente poderá se beneficiar bastante com os resultados.

Recomendações

A) Pré-operatório

1) Comunicar qualquer anormalidade que possa lhe ocorrer, quanto ao seu estado geral até a véspera da internação.
2) Não tomar ASPIRINA ou AAS por no mínimo 15 dias antes da cirurgia.
3) Evitar café, frituras, bebidas alcoólicas e refeições muito lautas 3 dias antes da cirurgia.
4) Evitar cigarro por no mínimo 15 dias antes da cirurgia.
5) Tomar VITAMINA C 1g. ao dia, 10 dias antes até 15 dias após a cirurgia.
6) Tomar ARNICA CH6, 2 glóbulos 5 vezes ao dia, 15 dias antes até 15 dias após a cirurgia.
7) Em caso de muita ansiedade na véspera, comunicar-se conosco para tomar um relaxante antes de dormir.

B) No dia da cirurgia

1) Comparecer à clinica no horário previsto na sua guia de internação, em jejum absoluto de 8 horas.
2) Não usar maquiagem, jóias e roupas íntimas de tecido sintético no dia da internação.
3) Barbear-se normalmente; lavar bem o rosto com sabonete neutro; após escovar os dentes, usar solução antisséptica bucal (LISTERINE).
4) Venha acompanhado (a) para a internação e saiba que não deverá retornar para sua casa dirigindo.

C) Pós-operatório

1) O repouso com a cabeceira elevada deverá facilitar sua recuperação diminuindo o edema localizado.
2) Alimentação liquida fria no dia da cirurgia e leve a partir do dia seguinte. Evite alimentos com muita acidez e de difícil mastigação.
3) Evitar sol, vento, friagem e esforço físico nos primeiros dias.
4) Obedecer à prescrição médica. Caso existam pontos internos dos lábios, procure não mexer neles deixando que os mesmos sejam eliminados naturalmente.
5) Voltar ao consultório para revisão nos dias estipulados.
6) Escovar os dentes com escova macia, em seguida fazer bochechos com solução antisséptica.
7) Dependendo de sua evolução pós-operatória, você poderá voltar às suas atividades normais, após alguns dias.
8) Não se preocupar com o “inchaço” natural do queixo, que poderá persistir por 2 a 3 semanas.

A correção cirúrgica dos desvios da orelha se constitui num dos procedimentos estéticos indicados ainda na infância. A chamada “Orelha de Abano” é uma condição que pode gerar graves distúrbios psicológicos pela diminuição da auto estima verificada especialmente nas crianças. O aspecto das orelhas separadas e protusas costuma conferir também uma imagem de deficiência intelectual, que mesmo não condizendo com a realidade cria uma condição estigmatizante para os portadores desta anomalia anatômica das orelhas, evidenciando a importância da sua correção cirúrgica.
A cirurgia plástica das orelhas corrige o posicionamento e o contorno cartilaginoso, conferindo naturalidade ao semblante e devolvendo a auto-estima aos pacientes. Abordaremos alguns fatores importantes a serem discutidos na consulta.

1. Idade ideal

A cirurgia está indicada a partir dos 6 ou 7 anos de idade, quando o crescimento auricular já alcançou a sua quase totalidade. É justamente nesta fase que o convívio na escola começa a prejudicar o aspecto psicológico da criança, pelas brincadeiras e apelidos que derivam da condição. A indicação nesta fase visa, acima de tudo, impedir que a auto-estima seja atingida, embora o procedimento possa ser realizado a qualquer momento, a partir dessa idade.
Não orientamos para que se faça qualquer procedimento contra a vontade própria da criança. O ideal é procurar conversar e orientar bastante, deixando-a segura quanto à realização da cirurgia, caso o problema a esteja afligindo. Caso contrário, os pais devem apenas oferecer a possibilidade da cirurgia e todo o apoio e suporte para que a própria criança venha a deseja-la, sem medo ou imposição.

2. Cicatrizes

A incisão é pequena e situada atrás da orelha, portanto as cicatrizes tendem a ficar praticamente escondidas.

3. Tempo cirúrgico e tipo de anestesia

Todo o procedimento leva em torno de 60 minutos e na maioria dos casos é realizado sob anestesia local, com uma sedação prévia realizada pelo anestesiologista. A anestesia geral fica reservada para raros casos selecionados, onde não haja a colaboração suficiente por parte do paciente.

4. Pós-operatório

Os pacientes raramente se queixam de dor neste procedimento, embora não possamos garantir tal evolução, uma vez que o limiar de dor pode variar significativamente de uma pessoa para a outra. Caso exista algum desconforto, as medicações convencionais são suficientes para resolver o problema, sempre com o devido conhecimento e prescrição do médico. Manchas arroxeadas podem se instalar nas dobras das orelhas persistindo por alguns dias. Inchaço local costuma acontecer nos primeiros 5 a 7 dias, quando o repouso é importante. Após a primeira semana, retiramos os pontos e indicamos a utilização de toca ou faixa apropriada durante o sono, para evitar traumatismos no travesseiro, durante 30 dias. Os esforços físicos devem ser evitados neste período inicial, bem como a exposição ao sol.

5. Tempo de internação e tipo de curativo

A alta costuma se dar no mesmo dia, ao final da tarde. Durante as primeiras 48 horas, os pacientes ficam com uma bandagem de atadura. Esse curativo tem por objetivo manter em repouso a área operada, sem traumatismo ou manipulação. Após o segundo dia, a atadura é retirada e realiza-se um pequeno curativo escondido por trás da orelha.

6. Resultado definitivo

Normalmente após o 2º mês, pois já não mais haverá inchaço residual. Entretanto, já no pós operatório imediato teremos a orelha posicionada adequadamente embora apresentando edema localizado em suas dobras naturais.

7. Observações

A plástica de orelhas é uma das cirurgias que trazem enormes benefícios estéticos, por sua vez bastante previsíveis. É preciso salientar bem que as orelhas não deverão estar “coladas” na região mastóide e as dobras deverão ter um aspecto natural. Nem todas as alterações poderão ser corrigidas, dependendo da condição anatômica e da deformidade específica de cada orelha. Existem limitações à melhoria estética e estes conceitos devem ser bastante discutidos durante a consulta, para que os resultados sejam aqueles esperados por ambas as partes.

Recomendações

A) Pré-operatório

1) Comparecer à clinica no horário previsto na sua guia de internação, em jejum de 8 ho
2) Comunicar qualquer anormalidade que possa lhe ocorrer, quanto ao seu estado geral até a véspera da internação.
3) Não há necessidade de cortar os cabelos .
4) Venha acompanhado (a) para a internação e saiba que não poderá retornar para sua casa dirigindo.

B) Pós-operatório

1) Repouso e cabeceira elevada deverão ser úteis para diminuir o tempo de edema e proporcionar certo conforto pós-operatório.
2) Alimentação leve no dia da cirurgia e livre a partir do dia seguinte. Carnes, leite e ovos ( proteínas ) são recomendados, assim como vitaminas, em forma de frutas.
3) Procurar não mexer no capacete até a sua retirada e utilizar toca durante o sono.
4) Evitar sol, vento e friagem nos primeiros dias, bem como traumatismos auriculares.
5) Obedecer à prescrição médica.
6) Voltar ao consultório para curativo e revisão nos dias estipulados.
7) Evitar traumatizar ou mesmo “coçar” as orelhas.
8) Dependendo de sua evolução pós-operatória, você poderá voltar às suas atividades normais, após alguns dias.

A moderna cirurgia plástica nasal tem por objetivo harmonizar a face de um(a) paciente corrigindo apenas e tão somente aqueles aspectos anatômicos que estejam desajustados pelos atuais padrões estéticos da beleza facial. Neste contexto, é preciso levar em conta fatores como o sexo e a etnia de cada pessoa. Não se pretende modificar completamente o nariz e a fisionomia, mas sim suavizar traços marcantes da anatomia nasal que tornam a face carregada com o estigma de um nariz desgracioso.

Uma completa avaliação pré operatória se faz necessária para que você possa melhor compreender a sua condição em particular e traçar as metas juntamente com seu cirurgião, discutindo claramente os possíveis riscos e benefícios que você teria com o procedimento, inclusive com a associação de alguma outra correção facial, como no caso da região do mento (queixo).

Alterações funcionais como desvio de septo, hipertrofia de cornetos, rinites etc, deverão ser avaliadas quanto à possível indicação cirúrgica. Em alguns casos poderá ser necessária a participação de um cirurgião otorrinolaringologista para correção de problemas específicos no mesmo tempo operatório, ou ainda numa outra oportunidade.

Abordaremos alguns fatores importantes a serem discutidos na consulta.

1. Idade ideal

A idade mínima para se submeter a uma cirurgia plástica nasal é 15 anos, uma vez que a essa altura da vida, o esqueleto facial já se encontra devidamente desenvolvido, permitindo resultados significativos e permanentes. Não existe idade máxima, desde que haja condições clínicas favoráveis ao ato anestésico-cirúrgico. Cada paciente poderá identificar o seu momento ideal para submeter-se a essa cirurgia, desde que bem informado sobre todas as suas peculiaridades.

2. Cicatrizes

As cicatrizes não são visíveis uma vez que são posicionadas na mucosa do interior da cavidade nasal, com uma pequena abertura na região da columela, que não costuma deixar marca. Em alguns casos selecionados, quando se faz necessária a redução da asa nasal, existe a indicação para uma incisão adicional que embora localizada na região do sulco, pode ser mais ou menos visível. Você deverá discutir esta indicação no momento da consulta, avaliando claramente os prós e os contras dessa incisão.

3. Tempo de duração da cirurgia e o tipo de anestesia

Todo o procedimento leva em torno de 90 a 120 minutos e na maioria dos casos é realizado sob anestesia local, com uma sedação prévia realizada pelo anestesiologista. A anestesia geral fica reservada para casos selecionados onde se realiza algum tipo de associação com outras cirurgias.

4. Pós-operatório

Os pacientes raramente se queixam de dor com este procedimento, embora não possamos garantir tal evolução, uma vez que o limiar de dor pode variar significativamente de uma pessoa para a outra. Caso exista algum desconforto, as medicações convencionais são suficientes para resolver o problema, sempre com o devido conhecimento e prescrição do médico.

O inchaço costuma ser intenso nos primeiros 2 a 3 dias, e manchas vermelhas ou arroxeadas podem se instalar ao redor dos olhos persistindo por uma a duas semanas. Após este período a melhora do edema costuma acontecer até o primeiro mês, após o qual haverá ainda um inchaço residual e discreto que poderá persistir por alguns meses, sem impedir que o(a) paciente exerça as suas atividades sociais cotidianas. Os esforços físicos devem ser evitados neste período inicial, bem como a exposição ao sol.

5. Tempo de internação e tipo de curativo

A alta costuma se dar no mesmo dia, ao final da tarde. Durante o primeiro dia, haverá um tampão nasal que o impedirá de respirar pelo nariz. Isso lhe causará um certo desconforto com ressecamento dos lábios e sensação de plenitude nasal. No dia seguinte, pela manhã, o tampão será retirado e você poderá respirar naturalmente pelo nariz.

Um curativo gessado permanecerá por 7 dias, quando será substituído por um curativo menor, com micropore, por mais uma semana. Os poucos pontos da columela são retirados com cinco dias e os pontos internos serão absorvidos naturalmente em uma a duas semanas.

6. Resultado definitivo

Várias fases são características do pós-operatório do nariz. Assim é que, numa 1ª fase (logo após a retirada do gesso, em torno o 7º dia), apesar de corrigidos vários defeitos estéticos do nariz original, notamos um edema (inchação) que vai diminuindo com o passar dos dias e que tende a se normalizar em torno do 6º mês. Existem pacientes que atingem o resultado definitivo um pouco antes, bem como outros que ultrapassam este período. A persistência ou não do edema transitório por um período mais longo que o normal geralmente não interfere no resultado final.

Você não deve se esquecer que, até que se atinja o resultado almejado, diversas fases evolutivas são características deste tipo de cirurgia. Assim é que edemas (inchaço), “manchas” de infiltrado sanguíneo, dificuldade respiratória nos primeiros dias, são comuns a todos pacientes; evidentemente, alguns apresentam estes fenômenos com menor intensidade que outros. Esperamos que você esteja neste grupo. Caso não esteja, não se preocupe. Dê tempo, que seu organismo se encarregará de dissipar todos os pequenos transtornos que, infalivelmente, chamarão a atenção e alguma pessoa que não lhe poupará a pergunta: “… algo de errado não estará acontecendo?”. É evidente que toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser transmitida ao seu cirurgião plástico, e somente a ele, que tem condições de lhe esclarecer e tranquilizá-lo(a). Tenha paciência. Lembre-se que nenhum resultado de cirurgia estética do nariz deverá ser avaliado antes do 6º mês de pós-operatório.

7. Observações

A rinoplastia proporciona grandes satisfações. Lembre-se no que lhe foi dito anteriormente: cada caso é analisado individualmente na 1ª consulta, ocasião em que lhe são esclarecidos esses e outros detalhes sobre riscos e benefícios. Um dos principais pontos a serem elucidados é justamente se o tipo de nariz que você almeja é aquele que o seu cirurgião se propõe a realizar. As expectativas devem ser exploradas objetivamente de modo a se conhecer com detalhes o que cada parte pensa. Após toda essa conversa, se nos decidirmos mutuamente a realizar a cirurgia (médico e paciente), é porque o resultado deverá compensar. Caso contrário, deve-se recusar a operação.

Recomendações

A) Pré-operatório

1) Comunicar qualquer anormalidade que possa lhe ocorrer, quanto ao seu estado geral até a véspera da internação.
2) Não tomar ASPIRINA ou AAS por no mínimo 15 dias antes da cirurgia.
3) Evitar café, frituras, bebidas alcoólicas e refeições muito lautas 3 dias antes da cirurgia.
4) Evitar cigarro por no mínimo 15 dias antes da cirurgia.
5) Tomar VITAMINA C 1g. ao dia, 10 dias antes até 15 dias após a cirurgia.
6) Tomar ARNICA CH6, 2 glóbulos 5 vezes ao dia, 15 dias antes até 15 dias após a cirurgia.

B) No dia da cirurgia

1) Comparecer à clinica no horário previsto na sua guia de internação, em jejum absoluto de 8 horas.
2) Não usar maquiagem, jóias e roupas íntimas de tecido sintético no dia da internação.
3) Lavar bem o rosto com sabonete neutro.

C) Pós-operatório

1) O repouso com a cabeceira elevada deverá facilitar sua recuperação diminuindo o edema facial.
2) Alimentação leve no dia da cirurgia e livre a partir do dia seguinte. Carnes, leite e ovos ( proteínas ) são recomendados, assim como vitaminas, em forma de frutas.
3) Evitar o uso de óculos por sobre o nariz, ate que haja liberação pelo seu médico.
4) Evitar sol, vento, friagem e esforço físico nos primeiros dias.
5) Obedecer à prescrição médica. Mesmo com obstrução nasal, utilizar apenas Rinosoro nas narinas, evitando a colocação de medicação com vasoconstritores.
6) Voltar ao consultório para curativo e revisão nos dias estipulados.
7) Evitar traumatizar ou mesmo “retirar” o curativo para observar como ficou.
8) Não se preocupar com as formas intermediárias do pós operatório imediato, pois o nariz ainda estará inchado.
9) Dependendo de sua evolução pós-operatória, você poderá voltar às suas atividades normais, após alguns dias.

A moderna cirurgia plástica procura atenuar o envelhecimento facial através de procedimentos menores, cada vez menos agressivos, indicados mais precocemente e com anestesia e recuperação simplificados. A principal filosofia é resolver os problemas na medida em que eles surgem, e não aguardar um grande envelhecimento facial para então iniciar as ações corretivas. Esta conduta oferece resultados mais naturais e harmônicos com uma recuperação muito mais tranquila para os pacientes.

Vários dos fatores envolvidos no envelhecimento da face poderão ser atenuados através da conduta cirúrgica, enquanto outros deverão necessitar de procedimentos auxiliares. A cirurgia está indicada principalmente para ressecar e tracionar as estruturas (pele e músculos) que apresentam queda e flacidez. Outras condições como a qualidade e textura da pele, manchas, rugas dinâmicas e sulcos pronunciados somente poderão ser abrandados com a associação de outras técnicas (Peelings, Laser, Botox, Preenchimentos….).

Vamos abordar aqui apenas os aspectos envolvidos no chamado “Lifting Facial”, que é o tratamento cirúrgico das rugas da face. Como em todo procedimento médico, existem riscos e limitações que deverão ser amplamente discutidos previamente na consulta, para que você possa ter uma visão consciente realista dos possíveis resultados. Em outras sessões serão discutidos os procedimentos auxiliares.

Abordaremos alguns fatores importantes a serem discutidos na consulta.

1. Idade ideal

Não existe uma idade ideal, mas sim, a oportunidade ideal que é determinada pelo aparecimento do defeito a ser corrigido. Como já foi manifestada anteriormente, a primeira ação cirúrgica para o rejuvenescimento facial deve ser a blefaroplastia (plástica das pálpebras) que geralmente está indicada ao redor dos 40 anos de idade. A partir dos 45, em geral, já teremos o início de um processo de queda das estruturas faciais com flacidez de pele e músculos, em maior ou menor escala, que a critério de uma avaliação adequada poderá inspirar um tratamento cirúrgico. Conhecidos estes parâmetros gerais, cada caso deverá ser analisado em particular para se estabelecer o melhor cronograma para a cirurgia e demais tratamentos.

2. Cicatrizes

A ritidoplastia pretende ressecar e redirecionar a pele e os músculos acometidos pela flacidez, e isso só é possível através de incisões e descolamentos que deixam cicatrizes permanentes. Para cada caso em particular, haverá possibilidades diferentes de tipo e tamanho de cicatrizes, dependendo das condições locais. Todos os esforços (intra e pós-operatórios) serão tomados no sentido de se produzir uma cicatrização ideal, com linhas escondidas e pouco visíveis. Para tanto, deve ser aguardado o período de maturação da cicatriz embora possam ser disfarçadas com uma maquiagem leve, desde os primeiros dias. Você deverá discutir detalhadamente essa questão com seu médico.

3. Tempo cirúrgico e anestesia

Todo o procedimento leva em torno de 2 a 3 horas, dependendo extensão da programação cirúrgica e na maioria dos casos é realizado sob anestesia local, com uma sedação prévia realizada pelo anestesiologista. A anestesia geral fica reservada para casos selecionados onde se realiza algum tipo de associação com outras cirurgias.

4. Período pós-operatório

Os pacientes raramente se queixam de dor neste procedimento, embora não possamos garantir tal evolução, uma vez que o limiar de dor pode variar significativamente de uma pessoa para a outra. Caso exista algum desconforto, as medicações convencionais são suficientes para resolver o problema, sempre com o devido conhecimento e prescrição do médico.
O inchaço costuma ser intenso nos primeiros dias, quando o repouso é fundamental. Manchas vermelhas ou arroxeadas podem se instalar ao redor da face persistindo por uma a duas semanas. Os pontos são retirados entre o quinto e oitavo dias e a melhora do edema costuma acontecer até a segunda semana, após a qual haverá ainda um inchaço residual e discreto que poderá persistir por alguns meses, sem impedir que o(a) paciente tenha as suas atividades sociais cotidianas. Os esforços físicos devem ser evitados neste período inicial, bem como a exposição ao sol.

5. Tempo de internação e curativo

A alta costuma dar-se no dia seguinte pela manhã. Durante as primeiras 48 horas, os pacientes ficam com uma bandagem de atadura que chamamos de ”capacete”, pois apenas parte da face fica de fora. Esse curativo tem por objetivo manter em repouso a área operada, com uma discreta compressão sem traumatismo ou manipulação. No primeiro dia o capacete é trocado, e no segundo dia é completamente retirado, sem que haja qualquer outro curativo externo.

6. Observações

Normalmente após 3 a 6 meses, já não mais haverá inchaço residual. Entretanto, logo após o primeiro mês já teremos uma grande redução do edema com o aspecto desejado de uma face mais jovial. As cicatrizes, por sua vez, deverão passar por todas as fases de maturação até que se atinja o resultado esperado, dentro de 6 a 18 meses. Durante este período, algumas atitudes poderão ser adotadas aos retornos, no sentido de se otimizar o processo de maturação cicatricial.
É certo que não se pretende transformar um rosto de 50 anos em outro de 20, mas o objetivo é amenizar os traços e as marcas exageradas do tempo, devolvendo leveza e suavidade ao rosto de sua própria idade.

Se você está ciente do que deseja e o cirurgião puder lhe propiciar aquilo que você pediu, sem dúvida você ficará satisfeita. As fotografias de pré e pós-operatório poderão comprovar a grande melhoria da expressão facial. Entretanto, é importante levar em consideração o fato de que a ritidoplastia isoladamente não proporciona tudo aquilo que é possível atingir no rejuvenescimento da face. Muitas pacientes poderão se beneficiar ainda pela cirurgia das pálpebras, peelings, Laser, botox, preenchimentos e outros.

Recomendações

A) Pré-operatório

1) Comunicar qualquer anormalidade que possa lhe ocorrer, quanto ao seu estado geral até a véspera da internação.
2) Não tomar ASPIRINA ou AAS por no mínimo 15 dias antes da cirurgia.
3) Evitar café, frituras, bebidas alcoólicas e refeições muito “pesadas” 3 dias antes da cirurgia.
4) Evitar cigarro por no mínimo 15 dias antes da cirurgia.
5) Tomar VITAMINA C 1g. ao dia, 10 dias antes até 15 dias após a cirurgia.
6) Tomar ARNICA CH6, 2 glóbulos 5 vezes ao dia, 15 dias antes até 15 dias após a cirurgia

B) No dia da cirurgia

1) Comparecer à clinica no horário previsto na sua guia de internação, em jejum absoluto de 8 horas.
2) Não usar maquiagem, jóias e roupas íntimas de tecido sintético no dia da internação.
3) Traga roupa(blusa) de abotoar e não camiseta, pois o capacete vai atrapalhar a sua colocação.
4) tomar banho com sabonete líquido (antisséptico), lavando bem a face, as orelhas e o couro cabeludo.
5) Calçar meia elástica ( ¾ ) de suave ou média compressão.
6) Venha acompanhado (a) para a internação e saiba que não poderá retornar para sua casa dirigindo.

C) Pós-operatório

1) Repousar em decúbito dorsal com cabeceira elevada, o que deverá reduzir o edema e o risco de hematomas.
2) Alimentação leve no dia da cirurgia e livre a partir do dia seguinte. Carnes, leite e ovos ( proteínas ) são recomendados, assim como vitaminas, em forma de frutas.
3) Evitar sol, vento e friagem nos primeiros dias.
4) Obedecer à prescrição médica.
5) Voltar ao consultório para curativo e revisão nos dias estipulados.
6) Evitar traumatizar ou mesmo “coçar” as cicatrizes.
7) Dependendo de sua evolução pós-operatória, você poderá voltar às suas atividades normais, após alguns dias.